E a vontade dela naquela noite era uivar pra lua. Mesmo que já não soubesse reconhecer se a lua daquele dia estava crescendo ou minguando.
O coração solitário do lobo. O reencontro com a sua essência.
A certeza de ter se descortinado mais uma vez. E o encontro da verdade de que faria sempre, e sempre. Porque isso fazia parte da sua própria natureza. Porque despedaçar-se era o jeito de estar inteira. Porque virar água e ir embora com o rio era apenas o que ela sabia fazer de melhor...
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